Enquanto os foliões aproveitam o carnaval no Recife, Olinda, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e em todos os cantos do Brasil, os brasileiros que moram nos Estados Unidos lembram apenas das festividades assistindo a folia pela televisão. Não há festa de carnaval em Boston, Nova York, Nova Jersey e Miami, principais cidades onde se concentram centenas de brasileiros que moram nos EUA.
A festa para alegrar os “brazucas” acontece no próximo fim de semana, em Boston, com o cantor baiano Netinho, visitando a cidade. Infelizmente, os organizadores do evento estão cobrando um absurdo no preço do ingresso (US$ 55), quase R$130, para curtir o cantor baiano. E olhe que o Netinho nem está com “essa bola toda”. Os desfiles das escolas de samba de São Paulo e Rio de Janeiro são as atrações mais baratas e únicas, nesse final de semana carnavalesco, para os brasileiros que moram na terra do Tio Sam “matarem” a saudade. A Globo Internacional transmite os desfiles ao vivo.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Obama assina pacote para conter crise econômica americana
A crise econômica que atinge os Estados Unidos e o mundo começa a tomar os primeiros passos para se recuperar, pelo menos é o que afirmou hoje (17) o presidente norte-americano Barack Obama. Obama assinou, em Denver, a lei de estímulo à economia de US$ 787 bilhões, proposta pela Casa Branca e aprovada no Congresso, depois de uma batalha entre democratas e republicanos. O pacote econômico promete criar milhões de empregos nos Estados Unidos.
“O dia de hoje não marca o fim dos nossos problemas econômicos, nem constitui tudo o que devemos fazer para mudar nossa economia. Mas, marca o começo do fim - o começo do que precisamos fazer para criar empregos, ajudar as famílias que não conseguem pagar as contas, colocar a economia em uma fundação melhor e pavimentar o caminho para o crescimento e a prosperidade”, disse o presidente, antes de assinar a lei.
Foi a maior vitória política de Obama, desde que assumiu a presidência há menos de um mês. Ele disse que o governo começou a fazer o essencial para “manter o sonho americano vivo nos dias de hoje.”
O pacote de US$ 787 bilhões pretende reverter a delicada situação econômica dos Estados Unidos ao injetar dinheiro em projetos de infraestrutura, saúde e desenvolvimento e manutenção de energia renovável, além de prever corte de impostos. O dinheiro, também, será distribuido para os estados, sofrendo com a crise.
O dinheiro começará a ser distribuído em 30 dias, mas especialistas acreditam que as medidas não terão efeito prático em 2009. “Para que nosso plano tenha sucesso, devemos estabilizar, reparar e reformar nosso sistema bancário, reativar o fluxo de crédito para as famílias e os comércios”, disse Obama.
“O dia de hoje não marca o fim dos nossos problemas, nem constitui tudo o que devemos fazer para mudar nossa economia. Mas, marca o começo do fim”, afirmou o presidente.
“O dia de hoje não marca o fim dos nossos problemas econômicos, nem constitui tudo o que devemos fazer para mudar nossa economia. Mas, marca o começo do fim - o começo do que precisamos fazer para criar empregos, ajudar as famílias que não conseguem pagar as contas, colocar a economia em uma fundação melhor e pavimentar o caminho para o crescimento e a prosperidade”, disse o presidente, antes de assinar a lei.
Foi a maior vitória política de Obama, desde que assumiu a presidência há menos de um mês. Ele disse que o governo começou a fazer o essencial para “manter o sonho americano vivo nos dias de hoje.”
O pacote de US$ 787 bilhões pretende reverter a delicada situação econômica dos Estados Unidos ao injetar dinheiro em projetos de infraestrutura, saúde e desenvolvimento e manutenção de energia renovável, além de prever corte de impostos. O dinheiro, também, será distribuido para os estados, sofrendo com a crise.
O dinheiro começará a ser distribuído em 30 dias, mas especialistas acreditam que as medidas não terão efeito prático em 2009. “Para que nosso plano tenha sucesso, devemos estabilizar, reparar e reformar nosso sistema bancário, reativar o fluxo de crédito para as famílias e os comércios”, disse Obama.
“O dia de hoje não marca o fim dos nossos problemas, nem constitui tudo o que devemos fazer para mudar nossa economia. Mas, marca o começo do fim”, afirmou o presidente.
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